Época de provas na UnB e tal, demorei para voltar a postar. Mas, vamos logo ao que interessa: como a turma E se saiu na atividade do seminário? Melhor, sem dúvida, do que seus colegas do post anterior, mas ainda com uma alta taxa de falta de participação dos alunos.
O grupo 1 até chegou a empolgar. Usando o recurso do Power Point e sem defecções, os seis alunos deram conta do recado: conseguiram fazer links com as aulas de história sobre a Grécia e até arriscaram uma comparação com o Brasil atual no quesito democracia ("não era como hoje, em que a Dilma só manda e a gente obedece"). A atitute do professor refletiu esse engajamento: ao invés de questionar, ele ajudou os alunos que tropeçam, distribuindo incentivos e elogios. É nesse tipo de observação que podemos ver como os professores respondem emocionalmente ao desempenho dos alunos.
Tanto é que a atitude do professor mudou na segunda apresentação. Problemas na organização do grupo, na distribuição das partes, deixou tudo capenga. Culpa, aparentemente, daqueles dois alunos transferidos da turma D, lembra deles? Vamos cháma-los, daqui para frente, de Beavis & Butthead. Mesmo sem saber os temas de sua alçada, a duplinha é convencida pelo professor a tentar. A paciência do docente, porém, dura pouco e, logo, ele volta a interferir na fala dos alunos. Inconscientemente, ele deixa claro seu descontentamento ao não puxar palmas ao fim da apresentação.
O grupo 3 também apresenta problemas e apenas três alunos, de seis, participaram efetivamente do trabalho. Mas se viraram bem: fizeram uma bela apresentação em Power Point e deram conta de todo o conteúdo. No frigir, dos ovos, o balanço do seminário na Turma E pareceu positivo, com os alunos aparentando prestar atenção na apresentação dos colegas. O fato, no entanto, de que não houve perguntas mostra que a apreensão do conteúdo não deve ter sido lá essas coisas, um dos motivos pelos quais não gosto desse tipo de atividade.

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