quinta-feira, 16 de abril de 2015

Primeiras boas impressões

Nesse blog procurarei não identificar o lugar do meu estágio nem os profissionais da educação e alunos envolvidos no relato. Creio ser a melhor forma para resguardar a sinceridade das observações sem a preocupação de ferir sensibilidades ou expor alguém desfavoravelmente. Também não haverá fotos tiradas do local, apenas essas imagens genéricas chupadas da internet. 

Dito isso, direi que a escola em questão faz parte da rede pública do Distrito Federal. Na primeira visita, causou-me boa impressão a conservação do prédio: ambiente limpo, pintura em dia, com direito até a um simpático canteiro de flores perto da entrada. Tudo isso fez contraste com o portão fechado a cadeado, uma prática comum em estabelecimentos de Ensino Médio e que provoca estranhamento para alguém acostumado com a facilidade de acesso à UnB. A recepção a um estranho àquele meio não foi traumática e, em pouco tempo, já estava conversando com a coordenação para acertar os detalhes do meu estágio.  

Há um espaço próprio para a disciplina de filosofia, uma antiga sala de vídeo. Não é um dos melhores: retangular, com muita profundidade e pouca largura, com o quadro-negro posicionado na parede lateral e carteiras dispostas em U. Com dois ventiladores de teto (alívio para quem passa o dia na UnB sufocando naquelas salas-estufas), o lugar também se mostra bem-conservado e limpo. TV e DVD à postos fazem companhia ao notebook e ao projetor trazidos pelo professor (em algumas faculdades em que lecionei, o acesso a esses equipamentos era um luxo).  

Ainda estou devendo uma visita à biblioteca (se houver) e a outros equipamentos do colégio. Mas, aparentemente, as condições materiais mais básicas para a prática do ensino estão satisfatoriamente atendidas na unidade. 
(continua)

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